Reformar o Estado implica também fiscalizar institutos apoiados pelo Estado e alegadas Instituições de Solidariedade Social
O Estado atribui subsídios, e outos apoios, a uma enorme quantidade de institutos escolares, fundações, instituições ditas de solidariedade social.
São muitos milhões de euros que os portugueses pagam a essas entidades.
Muitas delas nasceram apenas porque os partidos politicos quiseram criar polos de propaganda política, de apoios políticos.
Mas que não têm razão de ser.
Que não devem continar a receber apoios do Estado, seja porque as suas actividades já são garantidas pelas Universidades - casos de uma data de institutos superiores de duvidosa necessidade - seja em relação a muitas associações e instituições de solidariedade social, que nada fazem e apenas são sanguessugas para enriquecer e dar emprego a boys e girls dos partidos e apoiar esses partidos.
A Reforma do Estado e das contas públicas, impõe que alguns Institutos Superiores sejam extintos.
Város prosseguem os mesmos objectivos que as Universidades Públicas, nada mais sendo que duplicações e locais para dar tachos a amigos e correlegionários, que depois vão servindo de testa de ferro dos partidos na luta partidária, constituindo forças avançadas dos partidos na mera luta partidária.Meros agentes de propaganda e influência.
Tudo isso custa muitos milhões ao Estado, o mesmo é dizer aos contribuintes.
E acabam por ser entidades perniciosas para a Democracia, fontes de tráfico de influências e corrupção.
Os partidos contam com a gente desses Institutos Superiores e dessas instituições ditas de solidariedade social para manterem controlo social sore as pessoas, laços de dependência , fontes de recrutamento partidário.
O Povo não pode pagar a essa gente.
Há que moralizar a vida pública, acabar com esses nichos de tachos para boys e girls partidárias, que acabam por influenciar e corromper a Democracia.
Para isso é preciso coragem e um corte com o costume, com as práticas políticas vigentes em Portugal, que ainda está muito ligado ao sistema de regedores, memso depois de 35 anos após Abril.
São muitos milhões de euros que os portugueses pagam a essas entidades.
Muitas delas nasceram apenas porque os partidos politicos quiseram criar polos de propaganda política, de apoios políticos.
Mas que não têm razão de ser.
Que não devem continar a receber apoios do Estado, seja porque as suas actividades já são garantidas pelas Universidades - casos de uma data de institutos superiores de duvidosa necessidade - seja em relação a muitas associações e instituições de solidariedade social, que nada fazem e apenas são sanguessugas para enriquecer e dar emprego a boys e girls dos partidos e apoiar esses partidos.
A Reforma do Estado e das contas públicas, impõe que alguns Institutos Superiores sejam extintos.
Város prosseguem os mesmos objectivos que as Universidades Públicas, nada mais sendo que duplicações e locais para dar tachos a amigos e correlegionários, que depois vão servindo de testa de ferro dos partidos na luta partidária, constituindo forças avançadas dos partidos na mera luta partidária.Meros agentes de propaganda e influência.
Tudo isso custa muitos milhões ao Estado, o mesmo é dizer aos contribuintes.
E acabam por ser entidades perniciosas para a Democracia, fontes de tráfico de influências e corrupção.
Os partidos contam com a gente desses Institutos Superiores e dessas instituições ditas de solidariedade social para manterem controlo social sore as pessoas, laços de dependência , fontes de recrutamento partidário.
O Povo não pode pagar a essa gente.
Há que moralizar a vida pública, acabar com esses nichos de tachos para boys e girls partidárias, que acabam por influenciar e corromper a Democracia.
Para isso é preciso coragem e um corte com o costume, com as práticas políticas vigentes em Portugal, que ainda está muito ligado ao sistema de regedores, memso depois de 35 anos após Abril.
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