José Maria Martins

Blogue do advogado José Maria Martins

terça-feira, setembro 08, 2009

Reformar o Estado implica também fiscalizar institutos apoiados pelo Estado e alegadas Instituições de Solidariedade Social

O Estado atribui subsídios, e outos apoios, a uma enorme quantidade de institutos escolares, fundações, instituições ditas de solidariedade social.
São muitos milhões de euros que os portugueses pagam a essas entidades.
Muitas delas nasceram apenas porque os partidos politicos quiseram criar polos de propaganda política, de apoios políticos.
Mas que não têm razão de ser.
Que não devem continar a receber apoios do Estado, seja porque as suas actividades já são garantidas pelas Universidades - casos de uma data de institutos superiores de duvidosa necessidade - seja em relação a muitas associações e instituições de solidariedade social, que nada fazem e apenas são sanguessugas para enriquecer e dar emprego a boys e girls dos partidos e apoiar esses partidos.
A Reforma do Estado e das contas públicas, impõe que alguns Institutos Superiores sejam extintos.
Város prosseguem os mesmos objectivos que as Universidades Públicas, nada mais sendo que duplicações e locais para dar tachos a amigos e correlegionários, que depois vão servindo de testa de ferro dos partidos na luta partidária, constituindo forças avançadas dos partidos na mera luta partidária.Meros agentes de propaganda e influência.
Tudo isso custa muitos milhões ao Estado, o mesmo é dizer aos contribuintes.
E acabam por ser entidades perniciosas para a Democracia, fontes de tráfico de influências e corrupção.
Os partidos contam com a gente desses Institutos Superiores e dessas instituições ditas de solidariedade social para manterem controlo social sore as pessoas, laços de dependência , fontes de recrutamento partidário.
O Povo não pode pagar a essa gente.
Há que moralizar a vida pública, acabar com esses nichos de tachos para boys e girls partidárias, que acabam por influenciar e corromper a Democracia.
Para isso é preciso coragem e um corte com o costume, com as práticas políticas vigentes em Portugal, que ainda está muito ligado ao sistema de regedores, memso depois de 35 anos após Abril.